Máquinas e estrutura aparecem em ritmo acelerado no local, levantando questionamentos sobre critérios da gestão
O Campo do CAIC, em Itabuna, voltou a receber uma atenção que chama atenção.
Imagens mostram operação intensa no local: caminhões descarregando cascalho, máquinas trabalhando, limpeza completa e preparação da área em ritmo acelerado.
Até aqui, nada de errado.
Espaço público precisa mesmo de manutenção.
O problema começa quando se olha para o resto da cidade.
Enquanto o campo recebe estrutura e agilidade, moradores seguem convivendo com ruas esburacadas, lama e dificuldades básicas de mobilidade.
E aí surge a pergunta inevitável:
por que quando é no Campo do CAIC, resolve rápido…
e quando é na rua do cidadão, demora?
Não se trata de ser contra o investimento no campo.
Se trata de entender o critério.
Gestão pública não pode funcionar por exceção.
Precisa funcionar por padrão.
Se há máquina, material e equipe, a cidade inteira precisa sentir.
Caso contrário, não é eficiência. É escolha.


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