Prometeram escola modelo em 1 ano. O que existe hoje é isso.
Em janeiro de 2025, o então secretário de Educação, Rosivaldo Pinheiro, esteve no bairro Daniel Gomes anunciando a construção de uma escola modelo. A obra, segundo ele, teria investimento de quase R$ 8 milhões, com recursos do FNDE, e prazo de conclusão de até 1 ano.
A fala foi pública, gravada e direcionada “a toda Itabuna, toda Bahia e todo Brasil”.
Passado o prazo, imagens feitas por um morador mostram uma estrutura inacabada, exposta e sem funcionamento.

Aqui não se trata de expectativa frustrada por atraso comum.
Houve anúncio com valor definido, prazo estabelecido e promessa de padrão elevado. Quando isso não se concretiza, o que está em jogo não é só a obra, é a credibilidade da gestão.
Uma escola que não sai do papel ou não é concluída no prazo deixa alunos sem estrutura adequada, compromete o planejamento educacional e mantém recursos públicos parados sem retorno para a população.
E existe um ponto que não pode ser ignorado, anúncio não substitui entrega.
A Prefeitura precisa esclarecer de forma objetiva:
Qual o estágio real da obra
Por que o prazo não foi cumprido
E qual o novo cronograma para conclusão
Sem essas respostas, a diferença entre discurso e realidade tende a aumentar.
Pergunta final
Se essa era a escola “modelo”, o que a população deve esperar do restante?


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