Sem segurança, sem estrutura e com presença de animais peçonhentos, realidade expõe falha grave na gestão pública
Um vídeo gravado por uma moradora do assentamento Manoel Chinês revela a situação da Escola Nossa Senhora de Fátima. As imagens mostram uma unidade cercada por mato alto, com relatos de cobras no local, portões quebrados e sem controle de acesso. Há salas inacabadas, falta de água adequada e ausência de estrutura básica para funcionamento regular.
Não é um problema de conforto. É risco real.
Crianças circulam em um ambiente onde qualquer falha pode virar acidente. O mais grave é que a própria comunidade assumiu funções básicas, como limpeza, tentando manter o mínimo de dignidade no espaço.

Isso não é colaboração. É substituição do poder público.
Se a escola funciona nessas condições, há uma pergunta inevitável:
quem autorizou isso?
Portão aberto, sem fechadura, significa acesso livre.
Mato alto com relato de cobras significa risco físico.
Falta de estrutura básica significa ambiente inadequado para ensino.
Não é excesso de crítica. É descrição do que está acontecendo.
A Prefeitura precisa responder com medidas objetivas:
- Vistoria técnica imediata na unidade
- Intervenção emergencial para eliminar riscos
- Garantia mínima de segurança e funcionamento
- Prazo público para reestruturação
Sem isso, manter alunos nesse ambiente é assumir um risco que não pode ser ignorado.
Se algo acontecer ali amanhã, quem responde?


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