Evento organizado pela FICC gera críticas públicas por estrutura reduzida e comparação com outros investimentos municipais
O Celebra Itabuna 2025, promovido pela Fundação Itabunense, foi realizado em formato de trio elétrico, sem palco convencional ou estrutura cenográfica semelhante à adotada em outros grandes eventos do calendário municipal.
Imagens amplamente compartilhadas nas redes sociais mostram o artista se apresentando sobre o trio, com cobertura simples e estrutura enxuta. A repercussão negativa não partiu de setores políticos, mas de integrantes da própria comunidade cristã, que relataram frustração quanto ao formato escolhido.
A organização do evento é responsabilidade administrativa da FICC, presidida por Aldo Rebouças , órgão vinculado à gestão do prefeito Augusto Castro. Até o momento, não há divulgação detalhada de contratos, empenhos ou justificativas técnicas que expliquem o modelo estrutural adotado.
O contraste com outros eventos municipais, como o Itapedro, que tradicionalmente contam com palco, iluminação e estrutura robusta, intensificou as críticas e levantou questionamentos sobre critérios de investimento.
A pergunta que permanece é objetiva: houve limitação orçamentária específica para o Celebra ou escolha administrativa deliberada pelo formato reduzido? A transparência dos custos e das decisões pode encerrar o debate.
Enquanto isso, o silêncio institucional amplia a percepção de improviso.

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