Autor: Marcos Pastor

  • Professor Max deixa o PSOL e se aproxima do União Brasil em novo reposicionamento político

    Professor Max deixa o PSOL e se aproxima do União Brasil em novo reposicionamento político

    Mudança de partido revela reconfiguração de alianças e estratégia para 2026 no sul da Bahia

    A saída do professor Max do PSOL e sua aproximação com o União Brasil marcam um novo momento em sua trajetória política.

    Com uma trajetória marcada pelo compromisso com causas sociais, ambientais e educacionais, Max sempre teve uma atuação firme dentro de um campo ideológico específico. Sua decisão agora reflete um momento de reflexão e a busca por novos caminhos para seguir contribuindo com a sociedade.

    A movimentação ocorre em meio a articulações que envolvem lideranças regionais e estaduais, incluindo a construção de parcerias eleitorais. A expectativa é de que o professor Max dispute uma vaga como deputado estadual, integrando um grupo mais alinhado ao centro político.

    A filiação está prevista para ocorrer nos próximos dias, em evento público com presença de aliados e apoiadores.

  • Bastaram cerca de 20 minutos de chuva para que diversos pontos de Itabuna voltassem a registrar alagamentos.

    Bastaram cerca de 20 minutos de chuva para que diversos pontos de Itabuna voltassem a registrar alagamentos.

    Imagens reacendem debate sobre prevenção e drenagem urbana em Itabuna

    Ruas tomadas pela água, veículos enfrentando dificuldade de passagem e até estabelecimentos sendo invadidos.

    O episódio reacende uma preocupação recorrente desde a última grande enchente: a capacidade de resposta da cidade diante de chuvas intensas, mesmo de curta duração.

    Drenagem urbana, limpeza de canais, manutenção de galerias e planejamento preventivo são medidas básicas em qualquer município sujeito a esse tipo de ocorrência.

    A repetição do problema levanta questionamentos que precisam de resposta:

    • Existe um plano atualizado de drenagem urbana?

    • Quais intervenções foram realizadas após a última enchente?

    • Há mapeamento dos pontos críticos da cidade?

    • Qual o cronograma de ações preventivas?

    Sem transparência e planejamento claro, eventos como esse deixam de ser surpresa e passam a ser previsíveis.

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  • Idoso na UPA do Monte Cristo levanta temor de agravamento e intensifica pressão por transferência imediata

    Idoso na UPA do Monte Cristo levanta temor de agravamento e intensifica pressão por transferência imediata

    Família pede remoção direta para o Hospital de Base e levanta questionamentos sobre protocolo de atendimento

    Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o apelo de familiares do senhor José Carlos da Silva, atendido na UPA do Monte Cristo, em Itabuna.

    Segundo o relato, o paciente estaria na ala vermelha, com quadro de pressão arterial baixa, e a família teme que ele não receba o suporte necessário caso seja liberado para casa antes de uma transferência hospitalar.

    A principal preocupação é a orientação relatada de que o paciente deveria retornar para casa para, posteriormente, buscar atendimento no Hospital de Base. Diante do quadro descrito, os familiares pedem que a transferência seja feita diretamente da unidade de pronto atendimento para o hospital, sem interrupção no cuidado.

    Casos como esse levantam um ponto sensível na rede pública: qual é o protocolo adotado para pacientes em situação de risco? Em que circunstâncias um paciente é liberado, mesmo diante de sinais de instabilidade?

    A discussão não é sobre um caso isolado. É sobre fluxo, decisão clínica e segurança do paciente.

    A Secretaria Municipal de Saúde e a direção da unidade podem esclarecer:

    • Qual o estado clínico atual do paciente?

    • Houve indicação médica de alta ou transferência?

    • Qual o critério adotado nesse tipo de situação?

  • Denúncia no CEMEPI é confirmada e expõe atendimento infantil no limite

    Denúncia no CEMEPI é confirmada e expõe atendimento infantil no limite

    Apuração presencial confirma alta demanda, apenas 1 pediatra por turno e estrutura insuficiente para atender crianças

    A situação do CEMEPI ganhou um novo elemento: a denúncia feita por familiares de pacientes foi verificada presencialmente.

    Uma cidadã esteve na unidade para apurar os relatos de demora no atendimento e confirmou um cenário de sobrecarga.

    Segundo informações repassadas pela própria unidade, o aumento da demanda está relacionado a um surto de virose, elevando o número de atendimentos diários. Ainda assim, o dado mais preocupante não é o volume de pacientes, mas a estrutura disponível para atendê-los.

    De acordo com a apuração, o hospital opera com apenas um pediatra por turno.

    Na prática, isso significa que, mesmo com profissionais dedicados e esforço da equipe, a capacidade de atendimento se torna limitada diante de picos de demanda.

    Outro ponto relevante é que o CEMEPI também absorve parte das demandas do Hospital Manoel Novaes, ampliando ainda mais a pressão sobre a unidade.

    O próprio relato reconhece o atendimento respeitoso e o empenho dos profissionais. O problema não está na ponta, está na estrutura.

    E é aqui que a discussão precisa ser feita com seriedade.

    Uma cidade do porte de Itabuna, com arrecadação significativa e acesso a recursos públicos, não pode operar um hospital infantil com apenas um pediatra por turno em momentos de alta demanda.

    Isso não é uma falha pontual.

    É um limite estrutural que precisa de resposta.

    Diante disso, a gestão municipal deve esclarecer:

    • Existe planejamento para reforço emergencial de pediatras em períodos de virose?
    • Há contratação prevista ou ampliação de equipe?
    • Qual o limite real de atendimento do CEMEPI hoje?

    Saúde infantil exige previsibilidade, não reação tardia.

  • CEMEPI lotado e crianças sem atendimento: falta de médico expõe limite da saúde em Itabuna

    CEMEPI lotado e crianças sem atendimento: falta de médico expõe limite da saúde em Itabuna

    Relato aponta horas de espera, alta demanda e profissionais sobrecarregados; situação exige resposta imediata da gestão
    Um relato que circula nas redes expõe uma situação preocupante no CEMEPI, unidade referência no atendimento pediátrico de Itabuna.

    Segundo o depoimento de um pai, que está fora da cidade a trabalho, sua esposa levou a filha para atendimento por volta das 14h e retornou para casa sem conseguir atendimento. A informação repassada no local é que havia crianças aguardando desde a manhã.

    O relato ainda aponta um cenário de alta demanda, com dezenas de crianças esperando por atendimento ao longo do dia, inclusive casos iniciados nas primeiras horas da manhã.

    É importante destacar um ponto que merece atenção:
    não há crítica aos profissionais da unidade. Pelo contrário, os próprios relatos reconhecem o esforço e a dedicação das equipes.

    O problema central apontado é outro:
    falta de médicos e estrutura insuficiente para atender a demanda existente.

    Quando isso acontece, o efeito é imediato:
    filas aumentam, o tempo de espera se prolonga e famílias retornam para casa sem atendimento, inclusive com crianças.

    Estamos diante de um ponto sensível. O CEMEPI não é uma unidade qualquer, ele é peça-chave da rede pediátrica municipal. Quando falha, todo o sistema sente.

    Diante disso, o que se espera não é justificativa, é ação.

    A gestão municipal precisa esclarecer de forma objetiva:
    • Quantos médicos estavam de plantão no momento relatado?
    • Existe déficit de profissionais na unidade?
    • Qual o plano emergencial para evitar que crianças saiam sem atendimento?

    Saúde pública não comporta improviso.
    E quando o problema envolve atendimento infantil, a urgência é ainda maior.

  • Professores do campo denunciam retirada de direitos em Itabuna

    Professores do campo denunciam retirada de direitos em Itabuna

    Categoria aponta retrocesso e cobra revisão imediata da medida
    Professores das escolas do campo de Itabuna divulgaram uma nota pública de repúdio contra decisões recentes da Prefeitura que, segundo a categoria, resultaram na retirada de direitos historicamente garantidos.

    Entre os pontos mais sensíveis estão o corte do auxílio deslocamento e do adicional de difícil acesso, benefícios considerados essenciais para viabilizar o exercício da função em áreas rurais.

    A manifestação destaca que esses direitos não são privilégios, mas conquistas construídas ao longo de anos de negociação e reconhecimento das condições específicas enfrentadas pelos profissionais.

    A retirada desses benefícios não impacta apenas o servidor. Afeta diretamente a política pública. Sem incentivo ao deslocamento, há risco real de descontinuidade no atendimento educacional em áreas mais afastadas, comprometendo acesso e qualidade.

    Além disso, qualquer alteração em direitos consolidados exige análise jurídica rigorosa, especialmente quanto à natureza desses benefícios, se são indenizatórios, compensatórios ou incorporados à remuneração.

    Os professores pedem revisão imediata da medida, reavaliação dos impactos e abertura de diálogo institucional transparente.

    O ponto central não é apenas o corte, mas a forma. Políticas públicas exigem previsibilidade, legalidade e diálogo. Quando decisões afetam diretamente a ponta do serviço, o efeito não fica no servidor, chega na população.

  • Obras anunciadas como transformação, moradores transformando para não conviver com buracos e falta de água

    Obras anunciadas como transformação, moradores transformando para não conviver com buracos e falta de água

    Entre promessa e realidade, quem resolve o problema ainda é o morador.

    No bairro Manoel Leão, em Itabuna, moradores seguem lidando com buracos na via principal e falta de água, mesmo após anúncios de obras de urbanização.

    Vídeos mostram a própria população tentando minimizar os problemas, enquanto situações básicas continuam sem solução definitiva.

    O bairro já foi incluído em projetos com promessa de pavimentação e melhorias estruturais. Ainda assim, a realidade indica que as intervenções não foram suficientes para resolver o cotidiano de quem vive ali.

    A realidade

    Quando a solução não chega, o morador se adapta.

    Mas adaptação não é solução.

    O que precisa ser apresentado pela Prefeitura

    • Transparência sobre o que foi executado
    • Cronograma por rua
    • Plano definitivo para abastecimento de água

    Por fim

    Transformar não é anunciar obra.

    É fazer até o problema desaparecer.

  • Mesmo veículo já identificado para apreensão de animais volta a ser flagrado em uso incompatível em Itabuna

    Mesmo veículo já identificado para apreensão de animais volta a ser flagrado em uso incompatível em Itabuna

    Imagens recentes mostram o caminhão de placa MPQ-2542 sendo utilizado para transporte de colchões em Itabuna.

    O que chama atenção é que, há cerca de um ano, esse mesmo veículo já havia sido registrado com identificação de uso para “apreensão de animais”, vinculado a serviços públicos do município.

    Na ocasião, a denúncia já apontava possível uso indevido da estrutura.

    Agora, com o reaparecimento do mesmo veículo em atividade distinta, a situação levanta novamente questionamentos sobre a finalidade do uso e a regularidade dessa operação.

    Cabe aos órgãos responsáveis esclarecer se o veículo ainda está vinculado a contrato público e, em caso positivo, se o uso atual está de acordo com sua finalidade.

  • Processo seletivo em Itabuna cobra taxa sem previsão expressa na lei municipal

    Processo seletivo em Itabuna cobra taxa sem previsão expressa na lei municipal

    Edital exige pagamento para inscrição, mas legislação que autoriza seleção não trata da cobrança

    A Prefeitura de Itabuna abriu processo seletivo com inscrições entre os dias 23 e 26 de março de 2026, exclusivamente pela internet. O edital estabelece cobrança de taxa de inscrição, fixada em R$ 40 para nível médio e R$ 50 para nível superior.

    A seleção é fundamentada na Lei Municipal nº 2.708/2025, que institui o Regime Especial de Direito Administrativo (REDA) para contratações temporárias. No entanto, a legislação trata da autorização para contratação e da realização de processo seletivo simplificado, sem prever, de forma expressa, a cobrança de taxa de inscrição.

    A ausência de previsão legal específica levanta questionamento jurídico, já que a criação de cobrança ao cidadão, em regra, depende de autorização em lei. Quando a exigência surge apenas no edital, sem respaldo legal claro, pode haver afronta ao princípio da legalidade, previsto no art. 37 da Constituição.

    Além disso, o próprio histórico recente do município mostra que não há um padrão consolidado sobre o tema. Em anos anteriores, como em 2023 e em parte dos processos realizados em 2025, houve seleções com inscrição gratuita. Em outros casos, como no processo seletivo atual e em edital anterior de 2025, a taxa foi cobrada. A variação reforça a necessidade de transparência sobre os critérios adotados pela administração.

    Diante desse cenário, surgem questionamentos objetivos que precisam de esclarecimento: qual a base legal da taxa, existe previsão em lei municipal, qual o custo do processo seletivo e há previsão de isenção para candidatos de baixa renda.

    Outro ponto que chama atenção é justamente a ausência de informação clara sobre eventual isenção da taxa, o que pode impactar o acesso ao processo seletivo e ampliar o debate sobre isonomia.

    Considerando que já houve seleções gratuitas no próprio município, o caminho mais sensato, do ponto de vista do interesse público, seria a não cobrança da taxa ou, ao menos, a apresentação clara da base legal e da justificativa para sua exigência.

    A situação pode ser analisada por órgãos de controle, como o Ministério Público da Bahia e o Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, especialmente quanto à legalidade da cobrança.

    A discussão não está na realização do processo seletivo, mas nos limites legais e na coerência administrativa da exigência imposta aos candidatos.

  • Praças, anúncios e exposição: o que está sendo construído em Itabuna?

    Praças, anúncios e exposição: o que está sendo construído em Itabuna?

    Mais uma obra anunciada, mas o debate vai além do concreto

    A Prefeitura de Itabuna anunciou a requalificação da Praça Laura Conceição, reforçando o pacote de intervenções urbanas divulgado nos últimos meses. Parte dessas obras já foi iniciada, outras seguem em fase de licitação e algumas ainda no campo das promessas.

    A discussão, no entanto, não é sobre a importância das praças.

    É sobre o momento em que elas aparecem.

    Enquanto bairros enfrentam falta de água, unidades de saúde seguem com dificuldades e obras já iniciadas permanecem paralisadas, cresce a presença da primeira-dama em agendas públicas e institucionais. Uma visibilidade que não passa despercebida em um cenário já marcado por articulações para 2026.

    O ponto central não está na obra.

    Está no contexto.

    A pergunta é simples:

    estamos diante de política pública ou construção de candidatura?