Avanço em obras urbanas contrasta com ausência de manutenção em estruturas já entregues
A cobertura de um ponto de ônibus na Praça Camacan, em Itabuna, precisou ser isolada após parte da estrutura ceder.
O espaço é utilizado diariamente por trabalhadores, estudantes e idosos.
Segundo relatos, o equipamento passou por intervenção nos últimos anos.
Nos últimos meses, a cidade passou a acumular anúncios e entregas de praças reformadas.
Mas o problema começa a aparecer depois da entrega.
Sem manutenção periódica, estruturas que deveriam servir à população passam a apresentar desgaste precoce.
O padrão começa a se repetir: inaugura, expõe, mas não acompanha.
Quando a manutenção não é tratada como prioridade, o resultado aparece em equipamentos deteriorados, mesmo com pouco tempo de uso.
Enquanto isso, quem depende desses espaços enfrenta risco e abandono.
Qual é o plano de manutenção dessas estruturas?
Existe cronograma de vistoria ou a cidade continua reagindo apenas quando o problema aparece?
Quem está acompanhando, de forma contínua, o estado dos equipamentos públicos já entregues?
A população de Itabuna está assistindo a uma cidade que se mantém ou apenas a uma cidade que se inaugura?


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