Família pede remoção direta para o Hospital de Base e levanta questionamentos sobre protocolo de atendimento
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o apelo de familiares do senhor José Carlos da Silva, atendido na UPA do Monte Cristo, em Itabuna.
Segundo o relato, o paciente estaria na ala vermelha, com quadro de pressão arterial baixa, e a família teme que ele não receba o suporte necessário caso seja liberado para casa antes de uma transferência hospitalar.
A principal preocupação é a orientação relatada de que o paciente deveria retornar para casa para, posteriormente, buscar atendimento no Hospital de Base. Diante do quadro descrito, os familiares pedem que a transferência seja feita diretamente da unidade de pronto atendimento para o hospital, sem interrupção no cuidado.
Casos como esse levantam um ponto sensível na rede pública: qual é o protocolo adotado para pacientes em situação de risco? Em que circunstâncias um paciente é liberado, mesmo diante de sinais de instabilidade?
A discussão não é sobre um caso isolado. É sobre fluxo, decisão clínica e segurança do paciente.
A Secretaria Municipal de Saúde e a direção da unidade podem esclarecer:
• Qual o estado clínico atual do paciente?
• Houve indicação médica de alta ou transferência?
• Qual o critério adotado nesse tipo de situação?


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