Denúncia aponta falta de suporte básico a profissionais que acompanham crianças atípicas
Um relato recebido sob sigilo levanta um alerta sobre a educação inclusiva em Itabuna.
Segundo a denúncia, monitores que atuam com crianças atípicas estariam há cerca de um mês sem receber vale-transporte e sem qualquer previsão de pagamento.
Se confirmado, o problema vai além do trabalhador. Afeta diretamente o funcionamento da inclusão nas escolas, já que esses profissionais são essenciais no dia a dia dos alunos.
Sem transporte, o custo recai sobre quem já recebe pouco. E o risco é claro: descontinuidade no atendimento.
A situação exige esclarecimento imediato:
• O atraso é real?
• Quantos profissionais foram afetados?
• Quando será regularizado?
Educação inclusiva não pode depender do bolso de quem trabalha.


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