Denúncias recebidas apontam que a Feira do São Caetano passou cerca de uma semana sem abastecimento de água, situação gravíssima para qualquer equipamento público, ainda mais um espaço de comercialização de alimentos. Sem água, não há higiene, não há condições sanitárias e não há segurança para trabalhadores nem consumidores.
Feirantes relatam que a precariedade da estrutura afastou clientes, gerou prejuízos e agravou problemas de saúde. Há registros de adoecimento de trabalhadores, consequência direta da exposição contínua a um ambiente insalubre, sem o mínimo necessário para o exercício da atividade.
A ausência de água em um espaço dessa natureza não é falha menor, é negligência administrativa. Fere princípios básicos da saúde pública, da dignidade do trabalho e da responsabilidade do poder público na manutenção de equipamentos essenciais.
O silêncio dos responsáveis e a repetição desses episódios indicam normalização do descaso. Diante da gravidade, os feirantes precisam se organizar, registrar denúncias formais e exigir providências imediatas junto aos órgãos de fiscalização, Ministério Público e Vigilância Sanitária.
Trabalhar sem água é inadmissível. Adoecer por omissão do poder público é inaceitável. Alguém precisa responder por isso.

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