Um vídeo publicado por uma professora da rede municipal de Itabuna trouxe novamente à tona uma situação que ainda carece de explicações oficiais claras.
No desabafo, ela afirma:
“Quando a cabeça não aguenta, o coração chora. Hoje o meu coração sangra pela injustiça.”
Segundo o relato, mais de 400 professores teriam sido desligados por ato administrativo. Parte desses profissionais sustenta que possui respaldo em legislação municipal aprovada em 2019, que garantiria permanência a aposentados anteriores à norma.
A educadora também menciona decisão judicial favorável, proferida após meses de análise, determinando pagamento retroativo de 11 meses e retorno ao trabalho. De acordo com ela, o Município apresentou recurso, o que teria retardado os efeitos práticos da sentença.
Esses pontos exigem esclarecimento objetivo:
• Existe decisão válida determinando reintegração?
• Houve suspensão por instância superior?
• Qual o estágio atual do processo?
• O critério aplicado foi uniforme para todos os aposentados?
No vídeo, a professora relata uso de medicação controlada e dificuldades financeiras após o desligamento:
“Eu recebi uma demissão ilegal. Hoje eu vivo à base de remédios.”
Ela também menciona colegas que teriam adoecido gravemente em meio ao impasse.
Paralelamente, a Prefeitura mantém programação de eventos públicos e discursos institucionais sobre avanços na educação. O contraste entre narrativa administrativa e relatos individuais amplia a tensão.
Não se trata de juízo moral.
Trata-se de transparência administrativa.
Se houve ilegalidade, ela precisa ser corrigida.
Se houve equívoco de interpretação, ele precisa ser explicado.
Se a decisão judicial está sub judice, a sociedade deve saber
Assista o vídeo 📹


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