Categoria: Política Itabuna

  • QUEM PROTEGE O SISTEMA PRISIONAL TAMBÉM ESTÁ ADOECENDO

    QUEM PROTEGE O SISTEMA PRISIONAL TAMBÉM ESTÁ ADOECENDO

    Polêmica envolvendo descontos no plano de saúde expõe desgaste emocional, pressão e insegurança enfrentados por servidores do Conjunto Penal de Itabuna

    A repercussão envolvendo descontos considerados indevidos no plano de saúde de servidores ligados ao Conjunto Penal de Itabuna trouxe à tona um problema maior e mais profundo: o adoecimento físico e emocional de quem atua diariamente dentro do sistema prisional.

    Após reconhecer oficialmente falhas na cobrança da coparticipação do plano de saúde, a Socializa informou que fará a devolução dos valores descontados. Mas entre os trabalhadores, a situação abriu uma discussão que vai além da questão financeira.

    Servidores relatam rotina marcada por pressão constante, desgaste psicológico, medo, tensão operacional e acompanhamento frequente nas áreas de psicologia e psiquiatria. Muitos afirmam que o ambiente de trabalho exige equilíbrio emocional extremo, especialmente diante da realidade enfrentada dentro das unidades prisionais.

    Nos bastidores, cresce entre os funcionários a preocupação com o impacto que medidas administrativas podem causar justamente em um setor onde o suporte à saúde mental deveria ser tratado como prioridade, não como custo secundário.

    O caso também reacendeu um debate pouco enfrentado publicamente: quem cuida da saúde emocional de quem trabalha cuidando da segurança do sistema prisional?

    Enquanto a empresa fala em correção e transparência, servidores cobram mais do que devolução de valores. Querem respeito, estabilidade, condições adequadas de trabalho e garantia de acesso à saúde sem insegurança ou medo de prejuízos futuros.

    Porque por trás dos muros do sistema prisional existe uma realidade que raramente aparece nas campanhas institucionais: a de profissionais que convivem diariamente com pressão extrema e que, muitas vezes, também estão adoecendo em silêncio.

  • PACIENTE TEM AVC DURANTE OBSERVAÇÃO EM UPA DE ITABUNA E FAMILIAR DENUNCIA FALTA DE ESTRUTURA

    PACIENTE TEM AVC DURANTE OBSERVAÇÃO EM UPA DE ITABUNA E FAMILIAR DENUNCIA FALTA DE ESTRUTURA

    Relato aponta ambiente improvisado, lixo acumulado e preocupação com possível alta após agravamento do quadro clínico.

    Um familiar denunciou as condições enfrentadas por um paciente internado na UPA de Itabuna após um agravamento de saúde ocorrido durante o período de observação na unidade.

    Segundo o relato, o paciente deu entrada no dia 1º de maio com quadro de água no pulmão. Após avaliação médica, foi informado também sobre um infarto e encaminhado para a Santa Casa, onde passou por procedimento cardíaco.

    Depois do atendimento, retornou para a UPA, onde deveria permanecer em observação por 48 horas.

    Mas, de acordo com o familiar, durante esse período o paciente apresentou um AVC isquêmico, perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo e passou a apresentar dificuldades motoras e alterações visíveis no rosto.

    Ainda segundo a denúncia, a família teria sido informada sobre a possibilidade de alta médica mesmo após o agravamento do quadro clínico.

    Vídeos enviados à reportagem mostram um ambiente com lixo acumulado, resíduos armazenados próximos ao leito e ar-condicionado sem funcionamento. O familiar afirma que o paciente estaria instalado em uma sala improvisada e sem condições adequadas para permanência prolongada.

    O caso levanta questionamentos sobre a estrutura oferecida aos pacientes em observação e sobre os protocolos adotados em situações de agravamento clínico dentro das unidades públicas de saúde.

    A população espera esclarecimentos sobre as condições de atendimento, acompanhamento e segurança dos pacientes atendidos na rede municipal.

    📌 O espaço permanece aberto para manifestação da Secretaria Municipal de Saúde e da direção da unidade.

  • BINGO BENEFICENTE DE DIA DAS MÃES LEVA PRÊMIOS E CONFRATERNIZAÇÃO PARA COMUNIDADE

    BINGO BENEFICENTE DE DIA DAS MÃES LEVA PRÊMIOS E CONFRATERNIZAÇÃO PARA COMUNIDADE

    Ação gratuita será realizada no dia 10 de maio, no bairro Antique, com distribuição de brindes e participação aberta às mães da comunidade.

    Uma iniciativa simples, mas que carrega algo cada vez mais raro: esforço coletivo para reunir famílias e proporcionar um momento de alegria dentro da própria comunidade.

    No próximo dia 10 de maio, a partir das 13 horas, será realizado um Bingo Beneficente em homenagem ao Dia das Mães, na Rua Água Branca, bairro Antique, em Itabuna.

    Segundo os organizadores, as cartelas serão gratuitas e os participantes poderão concorrer a diversos prêmios, como geladeira, liquidificador, sanduicheira, ferro de passar, tanquinho, cesta básica, vouchers e outros brindes.

    A ação está sendo organizada por Tia Ávila e contará com participação aberta ao público.

    Em tempos em que muitas comunidades só aparecem nas manchetes pelos problemas, iniciativas como essa ajudam a fortalecer convivência, acolhimento e solidariedade entre moradores.

  • RESULTADO DO REDA NÃO É DIVULGADO E CANDIDATOS COBRAM EXPLICAÇÕES DA PREFEITURA DE ITABUNA

    RESULTADO DO REDA NÃO É DIVULGADO E CANDIDATOS COBRAM EXPLICAÇÕES DA PREFEITURA DE ITABUNA

    Participantes do processo seletivo relatam atraso na publicação e dificuldade de acesso ao portal oficial da seleção

    Candidatos que participaram do processo seletivo REDA da Prefeitura de Itabuna estão cobrando esclarecimentos após o resultado previsto não ter sido divulgado dentro da expectativa informada no cronograma.

    Segundo relatos enviados ao Blog Entre Nós, o site oficial da seleção apresentou instabilidade e ficou fora do ar em diversos momentos, aumentando a revolta e a insegurança entre os participantes.

    A principal reclamação é sobre a falta de transparência na divulgação das informações.

    “Se existe uma empresa responsável pela seleção, o resultado deveria ser divulgado mesmo com problema no site”, afirmou uma das mensagens recebidas pela reportagem.

    Os candidatos também questionam por que a Prefeitura não utilizou outros meios oficiais de publicidade, como publicação física em órgãos públicos, Diário Oficial ou canais alternativos de comunicação institucional.

    O debate levantado pelos participantes não é apenas sobre atraso.

    A discussão agora gira em torno da segurança, transparência e confiabilidade do processo seletivo, principalmente porque milhares de pessoas dependem diretamente dessas seleções para conseguir renda e oportunidade de trabalho.

    Até o momento, a Prefeitura não apresentou explicação pública detalhada sobre a demora na divulgação do resultado.

    A população agora aguarda uma resposta objetiva:

    qual o motivo do atraso e quando o resultado será efetivamente publicado?

  • LIXO E ENTULHO HÁ DOIS ANOS EM VIA DE ITABUNA LEVANTAM ALERTA SOBRE ABANDONO URBANO

    LIXO E ENTULHO HÁ DOIS ANOS EM VIA DE ITABUNA LEVANTAM ALERTA SOBRE ABANDONO URBANO

    Moradores denunciam acúmulo de resíduos na Rua Almirante Tamandaré e cobram providências após longo período sem solução.

    Uma denúncia enviada ao blog chama atenção para uma situação que muitos bairros de Itabuna conhecem bem: acúmulo de lixo e entulho em área urbana sem solução efetiva do poder público.

    Segundo relato de moradores, um ponto localizado na Rua Almirante Tamandaré, nº 760, estaria há cerca de dois anos acumulando restos de construção, madeira, lixo e vegetação seca.

    Além do impacto visual, o problema gera preocupação com:

    • proliferação de insetos e animais;
    • risco sanitário;
    • obstrução da passagem;
    • aumento do risco de incêndio por conta do material seco;
    • desvalorização da área urbana.

    A situação também reacende um debate importante em Itabuna: até onde vai a responsabilidade do morador e onde começa a obrigação da prefeitura na fiscalização e remoção de entulhos que permanecem por tanto tempo em via pública?

    Porque quando um problema permanece por anos sem solução, ele deixa de ser apenas um descarte irregular e passa a representar falha de fiscalização, manutenção urbana e resposta do município.

    Enquanto obras e inaugurações seguem ocupando espaço nas redes oficiais, cenas como essa continuam fazendo parte da rotina silenciosa de muitos bairros da cidade.

    A população quer saber:
    quantos outros pontos iguais a esse existem hoje espalhados por Itabuna sem qualquer providência?

  • INTERDIÇÃO DE PONTILHÃO NO BAIRRO DO PRESIDENTE DA CÂMARA ESCANCARA VELHO PROBLEMA DA CIDADE

    INTERDIÇÃO DE PONTILHÃO NO BAIRRO DO PRESIDENTE DA CÂMARA ESCANCARA VELHO PROBLEMA DA CIDADE

    Estrutura no Sarinha Alcântara levanta debate sobre manutenção preventiva e abandono silencioso da infraestrutura urbana

    Um pontilhão foi interditado no bairro Sarinha Alcântara, em Itabuna, após problemas estruturais colocarem em risco quem passa pelo local. As imagens mostram desgaste da pista, erosão e isolamento improvisado da área para evitar acidentes.

    O episódio chama atenção por acontecer justamente no bairro do presidente da Câmara Municipal, Manoel Porfírio, e reacende uma discussão antiga na cidade: por que tantos problemas estruturais só recebem atenção quando chegam ao limite?

    Nos últimos anos, Itabuna acumulou anúncios de obras, requalificações urbanas e intervenções em diversas regiões. Mas enquanto novas estruturas são divulgadas, moradores continuam convivendo com problemas básicos ligados à manutenção preventiva.

    E esse talvez seja o ponto mais grave.

    A cidade parece funcionar no modo emergência.
    O problema aparece.
    A estrutura cede.
    A população denuncia.
    Só depois vêm interdição, reparo e promessa de solução.

    O próprio local já havia sido alvo de ações e anúncios de recuperação anteriormente. Agora, a nova interdição levanta dúvidas sobre a efetividade dos serviços executados e sobre a ausência de acompanhamento contínuo da estrutura.

    No fim, o debate não é apenas sobre um pontilhão.

    É sobre uma cidade onde o risco parece precisar aparecer primeiro para depois virar prioridade.

  • EMASA DESTINA R$ 495 MIL AO FUTEBOL ENQUANTO ITABUNA AINDA TRATA MENOS DE 1/3 DO ESGOTO

    EMASA DESTINA R$ 495 MIL AO FUTEBOL ENQUANTO ITABUNA AINDA TRATA MENOS DE 1/3 DO ESGOTO

    Cidade possui orçamento milionário para o esporte, mas contratação feita pela empresa de saneamento levanta debate sobre prioridade e critério.

    A EMASA ratificou uma inexigibilidade de licitação de R$ 495 mil para a Liga Itabunense de Futebol, destinada ao patrocínio do Campeonato Baiano de Futebol Amador e da Copa Cacau.

    O apoio ao esporte possui relevância social e movimenta dezenas de equipes, bairros e projetos esportivos em Itabuna. O debate, porém, ganhou outro peso após a divulgação dos números do próprio orçamento municipal.

    A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 prevê R$ 11.777.400,00 para a Secretaria de Esporte e Lazer de Itabuna.

    Desse total, cerca de R$ 7 milhões são provenientes de operações de crédito, ou seja, recursos obtidos através de endividamento público.

    Diante desse cenário, o questionamento que surge é:
    se já existe uma secretaria com orçamento próprio milionário para fomentar o esporte, por qual motivo uma empresa municipal de saneamento precisou assumir uma contratação de quase meio milhão de reais para patrocínio esportivo?

    A discussão aumenta porque o próprio Plano Municipal de Saneamento aponta que menos de 1/3 do esgoto coletado em Itabuna recebe tratamento adequado.

    Enquanto isso, moradores seguem convivendo com problemas históricos relacionados a esgoto, canais, drenagem e abastecimento em diversos bairros.

    Outro ponto que chama atenção é o modelo da contratação.

    O investimento foi realizado por inexigibilidade de licitação, mecanismo previsto para situações de inviabilidade de competição, o que também abre espaço para debate técnico sobre a aplicação desse modelo em patrocínio institucional esportivo.

    O questionamento não é contra o futebol.

    É sobre prioridade, transparência e coerência administrativa.

    Porque dinheiro público não é apenas investimento.
    É escolha.
    E toda escolha revela onde a gestão decidiu colocar suas prioridades.

  • DUPLICAÇÃO DA BR-415: O QUE MUDOU ENTRE O ANÚNCIO DE 2025 E HOJE?

    DUPLICAÇÃO DA BR-415: O QUE MUDOU ENTRE O ANÚNCIO DE 2025 E HOJE?

    Em setembro de 2025, previsão era de empresa contratada e início das obras no começo de 2026. Hoje, discurso volta a girar em torno de projeto e futura licitação.

    A duplicação do trecho entre Nova Itabuna e Nova Ferradas voltou ao centro das divulgações políticas nesta semana.

    A obra é importante, necessária e pode representar um avanço para a mobilidade urbana e para a ligação entre Itabuna, BR-101 e litoral sul.

    Mas existe uma pergunta legítima que a população também tem o direito de fazer:
    o que realmente avançou desde o primeiro anúncio feito em setembro de 2025?

    Na época, representantes do DNIT afirmaram que o projeto era prioridade e que a expectativa era ter empresa contratada “ainda em 2025 ou no início de 2026”.

    Quase oito meses depois, o novo vídeo apresentado mantém praticamente os mesmos pontos:

    • projeto,
    • futura licitação,
    • promessa de crescimento,
    • impacto econômico,
    • mobilidade urbana.

    Enquanto isso, a população ainda aguarda informações objetivas sobre:

    • conclusão da licitação,
    • empresa responsável,
    • cronograma oficial,
    • ordem de serviço,
    • e data real para início das obras.

    Projeto é importante.
    A cidade quer a obra.

    Mas depois de meses ouvindo praticamente o mesmo anúncio, Itabuna também quer saber o que já saiu do papel.

  • CÂMARA REJEITA PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS SOBRE O HOSPITAL DE BASE

    CÂMARA REJEITA PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS SOBRE O HOSPITAL DE BASE

    Após denúncias e a forte repercussão de casos recentes, requerimento que solicitava esclarecimentos públicos da direção do Hospital de Base não foi aprovado pela Câmara de Itabuna.

    A rejeição do requerimento apresentado pelo vereador Danilo Freitas, que solicitava a convocação da direção do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães para prestar esclarecimentos públicos sobre denúncias recentes envolvendo a unidade, reacendeu um debate delicado e necessário em Itabuna: quem está fiscalizando de forma rigorosa a saúde pública da cidade?

    O documento, protocolado na Câmara Municipal, pedia a presença da diretoria administrativa, médica e financeira do hospital após a repercussão do caso envolvendo o jovem Igor Ferreira, ocorrido em 25 de abril de 2026.

    Na justificativa do requerimento, o vereador afirma que o objetivo não era acusar previamente nenhum profissional ou servidor, mas garantir transparência, esclarecimentos técnicos e respostas públicas diante da comoção social gerada pelo caso.

    O texto também destaca que é dever do Poder Legislativo fiscalizar os serviços públicos de saúde.

    Ainda assim, o requerimento foi rejeitado.

    E esse talvez seja hoje o ponto mais preocupante para a população: quando denúncias começam a se repetir, familiares expõem sofrimento nas redes sociais, profissionais relatam sobrecarga e a população perde confiança no sistema, o caminho natural deveria ser ampliar a fiscalização, não reduzir o debate.

    É importante deixar claro que fiscalização não significa ataque aos profissionais de saúde.

    Médicos, enfermeiros, técnicos e servidores muitas vezes também enfrentam limitações estruturais, alta demanda e pressão constante dentro de um sistema que há anos convive com denúncias recorrentes e cobranças públicas.

    Sem acompanhamento rigoroso dos órgãos competentes, sem auditorias permanentes e sem transparência sobre contratos, regulação, estrutura, investimentos e capacidade operacional da unidade, cresce a sensação de insegurança da população diante dos casos recentes.

    Durante sua fala, o vereador afirmou que o requerimento “não era para acusar ninguém”, mas para permitir que informações oficiais fossem apresentadas publicamente à sociedade.

    A rejeição da proposta acaba transmitindo um sinal preocupante em um momento onde familiares, pacientes e a própria população cobram respostas, fiscalização e confiança nas instituições.

    O Hospital de Base possui papel estratégico para Itabuna e toda a região sul da Bahia. Exatamente por isso, cresce a defesa de um acompanhamento mais rígido por órgãos de controle, conselhos de saúde, Ministério Público e demais instituições responsáveis pela fiscalização da saúde pública.

    Porque saúde pública não pode funcionar baseada apenas em discursos políticos.

    Precisa funcionar com transparência, fiscalização séria e respeito à população.

  • ATENDIMENTO DE SAÚDE É LEVADO PARA CASA DE 2 CÔMODOS E PACIENTES FICAM NA RUA EM ITABUNA

    ATENDIMENTO DE SAÚDE É LEVADO PARA CASA DE 2 CÔMODOS E PACIENTES FICAM NA RUA EM ITABUNA

    Moradores denunciam superlotação, idosos expostos e estrutura improvisada em imóvel no Jardim Primavera

    Um vídeo recebido pelo blog mostra pacientes aguardando atendimento de saúde em condições precárias no bairro Jardim Primavera, em Itabuna.

    Segundo relatos, moradores da zona rural do Cerrado e de bairros próximos, que antes eram atendidos no CAIC, estariam sendo direcionados para um imóvel alugado, onde funciona provisoriamente o atendimento.

    As imagens mostram pessoas aguardando do lado de fora, sentadas na calçada, sem qualquer estrutura adequada.

    De acordo com a gravação, o espaço teria apenas dois cômodos, o que impossibilita o fluxo normal de atendimento. O resultado é visível: superlotação interna e pacientes sendo obrigados a esperar na rua.

    Entre eles, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção.

    Se confirmado, o cenário revela improviso em um serviço essencial.

    Saúde básica não pode funcionar em estrutura que sequer comporta os pacientes.

    E quando o atendimento depende de espaço físico, não é detalhe, é condição mínima.

    A Secretaria Municipal de Saúde precisa esclarecer:

    • Houve mudança no local de atendimento do CAIC?
    • O imóvel atende às exigências mínimas para funcionamento de unidade de saúde?
    • Por que pacientes estão sendo atendidos do lado de fora?

    Em ano eleitoral, esse é o padrão de atendimento que a população vai aceitar ou vai começar a exigir mudança de verdade?