Categoria: Política Itabuna

  • LIXO E ENTULHO HÁ DOIS ANOS EM VIA DE ITABUNA LEVANTAM ALERTA SOBRE ABANDONO URBANO

    LIXO E ENTULHO HÁ DOIS ANOS EM VIA DE ITABUNA LEVANTAM ALERTA SOBRE ABANDONO URBANO

    Moradores denunciam acúmulo de resíduos na Rua Almirante Tamandaré e cobram providências após longo período sem solução.

    Uma denúncia enviada ao blog chama atenção para uma situação que muitos bairros de Itabuna conhecem bem: acúmulo de lixo e entulho em área urbana sem solução efetiva do poder público.

    Segundo relato de moradores, um ponto localizado na Rua Almirante Tamandaré, nº 760, estaria há cerca de dois anos acumulando restos de construção, madeira, lixo e vegetação seca.

    Além do impacto visual, o problema gera preocupação com:

    • proliferação de insetos e animais;
    • risco sanitário;
    • obstrução da passagem;
    • aumento do risco de incêndio por conta do material seco;
    • desvalorização da área urbana.

    A situação também reacende um debate importante em Itabuna: até onde vai a responsabilidade do morador e onde começa a obrigação da prefeitura na fiscalização e remoção de entulhos que permanecem por tanto tempo em via pública?

    Porque quando um problema permanece por anos sem solução, ele deixa de ser apenas um descarte irregular e passa a representar falha de fiscalização, manutenção urbana e resposta do município.

    Enquanto obras e inaugurações seguem ocupando espaço nas redes oficiais, cenas como essa continuam fazendo parte da rotina silenciosa de muitos bairros da cidade.

    A população quer saber:
    quantos outros pontos iguais a esse existem hoje espalhados por Itabuna sem qualquer providência?

  • INTERDIÇÃO DE PONTILHÃO NO BAIRRO DO PRESIDENTE DA CÂMARA ESCANCARA VELHO PROBLEMA DA CIDADE

    INTERDIÇÃO DE PONTILHÃO NO BAIRRO DO PRESIDENTE DA CÂMARA ESCANCARA VELHO PROBLEMA DA CIDADE

    Estrutura no Sarinha Alcântara levanta debate sobre manutenção preventiva e abandono silencioso da infraestrutura urbana

    Um pontilhão foi interditado no bairro Sarinha Alcântara, em Itabuna, após problemas estruturais colocarem em risco quem passa pelo local. As imagens mostram desgaste da pista, erosão e isolamento improvisado da área para evitar acidentes.

    O episódio chama atenção por acontecer justamente no bairro do presidente da Câmara Municipal, Manoel Porfírio, e reacende uma discussão antiga na cidade: por que tantos problemas estruturais só recebem atenção quando chegam ao limite?

    Nos últimos anos, Itabuna acumulou anúncios de obras, requalificações urbanas e intervenções em diversas regiões. Mas enquanto novas estruturas são divulgadas, moradores continuam convivendo com problemas básicos ligados à manutenção preventiva.

    E esse talvez seja o ponto mais grave.

    A cidade parece funcionar no modo emergência.
    O problema aparece.
    A estrutura cede.
    A população denuncia.
    Só depois vêm interdição, reparo e promessa de solução.

    O próprio local já havia sido alvo de ações e anúncios de recuperação anteriormente. Agora, a nova interdição levanta dúvidas sobre a efetividade dos serviços executados e sobre a ausência de acompanhamento contínuo da estrutura.

    No fim, o debate não é apenas sobre um pontilhão.

    É sobre uma cidade onde o risco parece precisar aparecer primeiro para depois virar prioridade.

  • EMASA DESTINA R$ 495 MIL AO FUTEBOL ENQUANTO ITABUNA AINDA TRATA MENOS DE 1/3 DO ESGOTO

    EMASA DESTINA R$ 495 MIL AO FUTEBOL ENQUANTO ITABUNA AINDA TRATA MENOS DE 1/3 DO ESGOTO

    Cidade possui orçamento milionário para o esporte, mas contratação feita pela empresa de saneamento levanta debate sobre prioridade e critério.

    A EMASA ratificou uma inexigibilidade de licitação de R$ 495 mil para a Liga Itabunense de Futebol, destinada ao patrocínio do Campeonato Baiano de Futebol Amador e da Copa Cacau.

    O apoio ao esporte possui relevância social e movimenta dezenas de equipes, bairros e projetos esportivos em Itabuna. O debate, porém, ganhou outro peso após a divulgação dos números do próprio orçamento municipal.

    A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 prevê R$ 11.777.400,00 para a Secretaria de Esporte e Lazer de Itabuna.

    Desse total, cerca de R$ 7 milhões são provenientes de operações de crédito, ou seja, recursos obtidos através de endividamento público.

    Diante desse cenário, o questionamento que surge é:
    se já existe uma secretaria com orçamento próprio milionário para fomentar o esporte, por qual motivo uma empresa municipal de saneamento precisou assumir uma contratação de quase meio milhão de reais para patrocínio esportivo?

    A discussão aumenta porque o próprio Plano Municipal de Saneamento aponta que menos de 1/3 do esgoto coletado em Itabuna recebe tratamento adequado.

    Enquanto isso, moradores seguem convivendo com problemas históricos relacionados a esgoto, canais, drenagem e abastecimento em diversos bairros.

    Outro ponto que chama atenção é o modelo da contratação.

    O investimento foi realizado por inexigibilidade de licitação, mecanismo previsto para situações de inviabilidade de competição, o que também abre espaço para debate técnico sobre a aplicação desse modelo em patrocínio institucional esportivo.

    O questionamento não é contra o futebol.

    É sobre prioridade, transparência e coerência administrativa.

    Porque dinheiro público não é apenas investimento.
    É escolha.
    E toda escolha revela onde a gestão decidiu colocar suas prioridades.

  • DUPLICAÇÃO DA BR-415: O QUE MUDOU ENTRE O ANÚNCIO DE 2025 E HOJE?

    DUPLICAÇÃO DA BR-415: O QUE MUDOU ENTRE O ANÚNCIO DE 2025 E HOJE?

    Em setembro de 2025, previsão era de empresa contratada e início das obras no começo de 2026. Hoje, discurso volta a girar em torno de projeto e futura licitação.

    A duplicação do trecho entre Nova Itabuna e Nova Ferradas voltou ao centro das divulgações políticas nesta semana.

    A obra é importante, necessária e pode representar um avanço para a mobilidade urbana e para a ligação entre Itabuna, BR-101 e litoral sul.

    Mas existe uma pergunta legítima que a população também tem o direito de fazer:
    o que realmente avançou desde o primeiro anúncio feito em setembro de 2025?

    Na época, representantes do DNIT afirmaram que o projeto era prioridade e que a expectativa era ter empresa contratada “ainda em 2025 ou no início de 2026”.

    Quase oito meses depois, o novo vídeo apresentado mantém praticamente os mesmos pontos:

    • projeto,
    • futura licitação,
    • promessa de crescimento,
    • impacto econômico,
    • mobilidade urbana.

    Enquanto isso, a população ainda aguarda informações objetivas sobre:

    • conclusão da licitação,
    • empresa responsável,
    • cronograma oficial,
    • ordem de serviço,
    • e data real para início das obras.

    Projeto é importante.
    A cidade quer a obra.

    Mas depois de meses ouvindo praticamente o mesmo anúncio, Itabuna também quer saber o que já saiu do papel.

  • CÂMARA REJEITA PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS SOBRE O HOSPITAL DE BASE

    CÂMARA REJEITA PEDIDO DE ESCLARECIMENTOS SOBRE O HOSPITAL DE BASE

    Após denúncias e a forte repercussão de casos recentes, requerimento que solicitava esclarecimentos públicos da direção do Hospital de Base não foi aprovado pela Câmara de Itabuna.

    A rejeição do requerimento apresentado pelo vereador Danilo Freitas, que solicitava a convocação da direção do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães para prestar esclarecimentos públicos sobre denúncias recentes envolvendo a unidade, reacendeu um debate delicado e necessário em Itabuna: quem está fiscalizando de forma rigorosa a saúde pública da cidade?

    O documento, protocolado na Câmara Municipal, pedia a presença da diretoria administrativa, médica e financeira do hospital após a repercussão do caso envolvendo o jovem Igor Ferreira, ocorrido em 25 de abril de 2026.

    Na justificativa do requerimento, o vereador afirma que o objetivo não era acusar previamente nenhum profissional ou servidor, mas garantir transparência, esclarecimentos técnicos e respostas públicas diante da comoção social gerada pelo caso.

    O texto também destaca que é dever do Poder Legislativo fiscalizar os serviços públicos de saúde.

    Ainda assim, o requerimento foi rejeitado.

    E esse talvez seja hoje o ponto mais preocupante para a população: quando denúncias começam a se repetir, familiares expõem sofrimento nas redes sociais, profissionais relatam sobrecarga e a população perde confiança no sistema, o caminho natural deveria ser ampliar a fiscalização, não reduzir o debate.

    É importante deixar claro que fiscalização não significa ataque aos profissionais de saúde.

    Médicos, enfermeiros, técnicos e servidores muitas vezes também enfrentam limitações estruturais, alta demanda e pressão constante dentro de um sistema que há anos convive com denúncias recorrentes e cobranças públicas.

    Sem acompanhamento rigoroso dos órgãos competentes, sem auditorias permanentes e sem transparência sobre contratos, regulação, estrutura, investimentos e capacidade operacional da unidade, cresce a sensação de insegurança da população diante dos casos recentes.

    Durante sua fala, o vereador afirmou que o requerimento “não era para acusar ninguém”, mas para permitir que informações oficiais fossem apresentadas publicamente à sociedade.

    A rejeição da proposta acaba transmitindo um sinal preocupante em um momento onde familiares, pacientes e a própria população cobram respostas, fiscalização e confiança nas instituições.

    O Hospital de Base possui papel estratégico para Itabuna e toda a região sul da Bahia. Exatamente por isso, cresce a defesa de um acompanhamento mais rígido por órgãos de controle, conselhos de saúde, Ministério Público e demais instituições responsáveis pela fiscalização da saúde pública.

    Porque saúde pública não pode funcionar baseada apenas em discursos políticos.

    Precisa funcionar com transparência, fiscalização séria e respeito à população.

  • ATENDIMENTO DE SAÚDE É LEVADO PARA CASA DE 2 CÔMODOS E PACIENTES FICAM NA RUA EM ITABUNA

    ATENDIMENTO DE SAÚDE É LEVADO PARA CASA DE 2 CÔMODOS E PACIENTES FICAM NA RUA EM ITABUNA

    Moradores denunciam superlotação, idosos expostos e estrutura improvisada em imóvel no Jardim Primavera

    Um vídeo recebido pelo blog mostra pacientes aguardando atendimento de saúde em condições precárias no bairro Jardim Primavera, em Itabuna.

    Segundo relatos, moradores da zona rural do Cerrado e de bairros próximos, que antes eram atendidos no CAIC, estariam sendo direcionados para um imóvel alugado, onde funciona provisoriamente o atendimento.

    As imagens mostram pessoas aguardando do lado de fora, sentadas na calçada, sem qualquer estrutura adequada.

    De acordo com a gravação, o espaço teria apenas dois cômodos, o que impossibilita o fluxo normal de atendimento. O resultado é visível: superlotação interna e pacientes sendo obrigados a esperar na rua.

    Entre eles, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção.

    Se confirmado, o cenário revela improviso em um serviço essencial.

    Saúde básica não pode funcionar em estrutura que sequer comporta os pacientes.

    E quando o atendimento depende de espaço físico, não é detalhe, é condição mínima.

    A Secretaria Municipal de Saúde precisa esclarecer:

    • Houve mudança no local de atendimento do CAIC?
    • O imóvel atende às exigências mínimas para funcionamento de unidade de saúde?
    • Por que pacientes estão sendo atendidos do lado de fora?

    Em ano eleitoral, esse é o padrão de atendimento que a população vai aceitar ou vai começar a exigir mudança de verdade?

  • COBERTURA DE PONTO DE ÔNIBUS CEDE EM ITABUNA ENQUANTO CIDADE ACUMULA PRAÇAS REFORMADAS

    COBERTURA DE PONTO DE ÔNIBUS CEDE EM ITABUNA ENQUANTO CIDADE ACUMULA PRAÇAS REFORMADAS

    Avanço em obras urbanas contrasta com ausência de manutenção em estruturas já entregues

    A cobertura de um ponto de ônibus na Praça Camacan, em Itabuna, precisou ser isolada após parte da estrutura ceder.
    O espaço é utilizado diariamente por trabalhadores, estudantes e idosos.
    Segundo relatos, o equipamento passou por intervenção nos últimos anos.

    Nos últimos meses, a cidade passou a acumular anúncios e entregas de praças reformadas.
    Mas o problema começa a aparecer depois da entrega.
    Sem manutenção periódica, estruturas que deveriam servir à população passam a apresentar desgaste precoce.

    O padrão começa a se repetir: inaugura, expõe, mas não acompanha.
    Quando a manutenção não é tratada como prioridade, o resultado aparece em equipamentos deteriorados, mesmo com pouco tempo de uso.
    Enquanto isso, quem depende desses espaços enfrenta risco e abandono.

    Qual é o plano de manutenção dessas estruturas?
    Existe cronograma de vistoria ou a cidade continua reagindo apenas quando o problema aparece?
    Quem está acompanhando, de forma contínua, o estado dos equipamentos públicos já entregues?

    A população de Itabuna está assistindo a uma cidade que se mantém ou apenas a uma cidade que se inaugura?

  • QUANDO O PROBLEMA APARECE, A RESPOSTA VEM DEPOIS: ITABUNA SEGUE REAGINDO EM VEZ DE PREVENIR

    QUANDO O PROBLEMA APARECE, A RESPOSTA VEM DEPOIS: ITABUNA SEGUE REAGINDO EM VEZ DE PREVENIR

    Queda de estrutura, árvore em via pública e solo encharcado expõem padrão de falta de prevenção na cidade

    Os episódios registrados nas últimas horas em Itabuna acendem um alerta que vai além de um fato isolado.

    Parte de uma estrutura no antigo Colégio Rômulo Galvão cedeu após dias de chuva. Antes disso, uma árvore caiu sobre um ponto de ônibus na região central. Em comum, os dois casos têm um fator evidente: o impacto de situações previsíveis sobre estruturas vulneráveis.

    A questão central não é a quem pertence cada espaço, se estadual ou municipal.

    👉 A pergunta correta é outra:
    a cidade está preparada para prevenir ou apenas para reagir?

    Chuvas fazem parte da realidade. O que não pode se repetir é a ausência de medidas preventivas, monitoramento contínuo e ações antecipadas em áreas de risco.

    Quando os problemas aparecem apenas depois do dano, o custo não é só estrutural. É social.

    Itabuna não precisa apenas de resposta rápida.
    Precisa de planejamento.

  • FINAL DA “COPA DA PAZ” TEM INVASÃO DE CAMPO E EXPÕE FALTA DE SEGURANÇA

    FINAL DA “COPA DA PAZ” TEM INVASÃO DE CAMPO E EXPÕE FALTA DE SEGURANÇA

    Evento esportivo realizado em Itabuna termina com confusão dentro e fora do campo, levantando alerta sobre organização e proteção do público

    A final da chamada “Copa da Paz”, transmitida ao vivo neste fim de semana em Itabuna, terminou marcada por cenas de desorganização e insegurança.

    De acordo com relatos e trechos da narração, a partida já registrava clima tenso quando, ainda no primeiro tempo, houve invasão de campo por torcedor. A situação evoluiu para confusão generalizada, que se estendeu para fora do gramado.

    As imagens da transmissão mostram paralisação do jogo e movimentação intensa de jogadores e pessoas próximas ao campo, enquanto a narração confirma o episódio e aponta ausência de controle no ambiente.

    O caso levanta um questionamento direto:
    como uma final, com público e transmissão ao vivo, acontece sem estrutura mínima de segurança?

    Eventos esportivos, mesmo amadores, exigem organização básica, controle de acesso e presença de apoio para evitar exatamente esse tipo de ocorrência.

    Outro ponto que chama atenção é a vinculação do campeonato a agentes políticos locais, o que aumenta a responsabilidade sobre a condução e organização do evento.

    Não se trata de futebol.
    Se trata de responsabilidade.

    Quando há público, há risco.
    E quando há risco, não pode haver improviso.

    Agora a pergunta que fica é simples:
    quem organizou, quem autorizou e quem responde pelo que aconteceu?

  • VEREADOR REVELA CONTRADIÇÃO ENTRE INVESTIMENTO E REALIDADE DO HOSPITAL

    VEREADOR REVELA CONTRADIÇÃO ENTRE INVESTIMENTO E REALIDADE DO HOSPITAL

    Após aumento de recursos, Hospital de Base volta ao centro do debate e cobrança por explicações chega à Câmara

    Durante entrevista, o vereador Danilo do Nova Itabuna colocou a saúde pública em evidência ao questionar a situação do Hospital de Base. Ele informou que protocolou um requerimento pedindo a convocação da diretoria médica e financeira da unidade para prestar esclarecimentos.

    O ponto central da fala é o contraste: segundo o vereador, houve aumento nos recursos destinados ao hospital, mas a realidade relatada por pacientes e familiares não acompanhou essa evolução. A crítica não é apenas política, é sobre resultado.

    Relatos de demora, dificuldades no atendimento e insatisfação da população continuam aparecendo. Ao mesmo tempo, surgem dúvidas sobre a efetividade dos investimentos e sobre como esses recursos estão sendo aplicados na prática.

    Com o pedido de convocação, o debate pode sair do campo das entrevistas e entrar no campo institucional. A expectativa agora é por dados, explicações e transparência na gestão da unidade.

    Se o investimento aumentou, por que a realidade não mudou?